terça-feira, 11 de setembro de 2012

O mito do Leite – Assista, muito bom

Quer proteger seus ossos e evitar fraturas? Não tome leite.

Produtos lácteos não fazem parte da dieta na China, Japão, Vietnã e Tailândia. No entanto, a população desses países possuem uma das mais baixas taxas de osteoporose e fratura óssea no mundo. O consumo de leite está relacionado à maior incidência de dermatite atópica, cólica e constipação intestinal, diarréia, bronquite asmática, enxaqueca, rinite alérgica, câncer de mama e de próstata, entre outras doenças.

 

Dr. Lair Ribeiro, médico cardiologista/nutrólogo, autor de 35 (15 best sellers) livros, 25 dos quais são traduzidos para outros idiomas e disponíveis em mais de 40 países, na área de auto-conhecimento e 149 trabalhos científicos publicados em revistas médicas americanas indexadas. O Dr. Lair Ribeiro teve a oportunidade de viver 17 anos nos EUA e trabalhar em três universidades americanas – Harvard Medical School, Baylor College of Medicine e Thomas Jefferson University. Além disso, foi diretor médico da Merck Sharp & Dohme e diretor executivo, chegando a vice-presidente, da Ciba Corporation (hoje Novartis). Ele hoje trabalha em vários países da América do Sul, Central, do Norte e na Europa ministrando conferências e Workshops sobre desenvolvimento pessoal/profissional e faz também cursos para médicos na área de antienvelhecimento e modulação hormonal bioidêntica.

Fonte: Vista-se

sábado, 8 de setembro de 2012

Banda Nova e ecológica

Música Ecológica
A banda brasiliense de rock metrópole Locomotiva acaba de lançar seu primeiro disco Sangue e Cinzas.
Ecologicamente correta, a embalagem do CD consiste em um envelope de papel reciclado, impresso com tinta ecológica.
Além disso, o álbum foi divulgado e disponibilizado on-line para evitar a produção de resíduos. Metade dos recursos adquiridos no evento de lançamento do disco foi revertida para o Augusto Abrigo, entidade que fornece ajuda para mais de 700 cães e gatos abandonados.
Conheça em: www.metropolelocomotiva.com.br

Eu baixei o Cd e gostei do som e das letras.
Vale a pena

metropole locomotiva   metropole

Você sabia disso ??

Escassez de água pode forçar população a se tornar vegetariana, aponta estudo

Em 2015, até 605 milhões de pessoas continuarão sem acesso a água potável. A projeção é do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). Uma das maiores consequências dessa situação é a escassez de alimentos.

O relatório Alimentando um mundo sedento: Desafios e Oportunidades para a segurança hídrica e alimentar, divulgado em 27 de agosto, na Suécia, aponta que, devido a falta de água, a população terá que mudar seus hábitos alimentares, e substituir a carne por vegetais.

Para os cientistas, a medida é uma opção para reduzir os riscos da escassez do recurso, uma vez que a dieta vegetariana poupa de cinco a dez vezes o consumo de água em relação a proteína animal. “A capacidade de um país de produzir alimentos é limitada pela quantidade de água disponível em suas áreas de cultivo”, destaca o documento.

A relatora especial das Nações Unidas para o direito humano à água e ao saneamento básico, Catarina de Albuquerque, afirmou que cerca de 70% dos recursos usados na agricultura são empregados na produção de alimentos considerados por ela como supérfluos.

Para o Unicef, o saneamento básico tem ligação direta com as desigualdades sociais. Foto: izahorsky

“A água utilizada para a agricultura não é toda para realizar o direito humano à alimentação. Aliás, 70% da água utilizada na agricultura serve para produzir alimentos de luxo, desnecessários, supérfluos para a realização ao direito à alimentação. É a carne que vem do Brasil ou as mangas que vêm da Argentina, os ananases da Costa Rica, as laranjas de Israel ou os tomates do Marrocos. São as t-shirts de algodão que vêm da Índia. Nós também temos que pensar no quanto estamos gastando de água.”, ressaltou à Rádio ONU.

Saneamento básico e desigualdades

Na Semana Mundial da Água, realizada de 16 a 22 de agosto, em Estolcomo (Suécia), o Unicef declarou que o acesso a água e ao saneamento básico depende do progresso na luta contra as desigualdades sociais.

“O problema são as desigualdades. Isso quer dizer que muito do progresso que tem sido realizado, tanto em termos de água, como em termos de saneamento se verifica nas grandes cidades, em grandes centros urbanos. Isto quer dizer que aquelas pessoas que vivem em favelas ou em zonas rurais mais remotas têm sido esquecidas e deixam de ser contempladas no progresso que o mundo tem verificado ao longo dos últimos anos”, explicou o órgão.

* Publicado originalmente no site EcoD.

Fonte: Revista Ecologico

terça-feira, 4 de setembro de 2012

domingo, 2 de setembro de 2012

No inferno, todos vestem vestem branco.


Esse texto é muito bom, um pouco longo mas vale a pena...

Ainda não amanheceu, estamos diante da chuva e do frio do inverno gaúcho à espera do ônibus que irá nos guiar até um dos maiores matadouros do RS. Somos estudantes de medicina veterinária, cursando uma disciplina obrigatória de inspeção de produtos de origem animal. A maioria de nós encontra-se eufórica, à espera dos ‘momentos emocionantes’ do dia. Eu estou em um canto, sendo observada de perto pela professora e o coordenador do curso, que ao saberem que sou vegana e ativista, temem que eu tenha um colapso na linha de matança.

Entramos no ônibus e seguimos viagem. No caminho, a sensação de que as cenas que eu teria que presenciar não seriam diferentes daquelas filmadas clandestinamente em matadouros ao redor do mundo, e ao mesmo tempo o sentimento inequívoco de que estaria prestes a presenciar uma série de crimes considerados ‘necessários’ pela humanidade.

Chegamos! Ao abrir a porta do ônibus, já somos tomados pelo impregnante odor adocicado da matança das aves que ocorre dentro do estabelecimento. Adentramos o local, após termos vestido roupas brancas especiais, e começamos a visita no sentido contrário ao fluxo produtivo para evitar contaminações no produto final. Trata-se de um corredor estreito, com o pé direito baixo, quase um túnel, que desemboca em uma luz amarela intensa, para repelir insetos. Nossa guia, então, abre a porta e entramos na parte final da produção. Um sistema complexo de esteiras e ganchos, chamados nórias, passam por nossas cabeças, e neles estão fixadas pelas patas as carcaças de frango, que pingam incessantemente uma gordura fétida acrescida da água hiperclorada utilizada em sua higienização.

Sob as esteiras estão os funcionários que trabalham em pé, diante de uma bancada, na maioria mulheres, que nos olham com curiosidade e espanto. A expressão em seus rostos é de uma tristeza marcante, mesclada pelo cansaço físico dos movimentos repetitivos que têm que executar diariamente. O barulho do local é ensurdecedor e, conforme andamos, o cheiro forte torna- se cada vez mais desagradável. Em cada bancada, os funcionários devem desempenhar uma função, chamadas de linhas de inspeção, que são classificadas por letras do alfabeto. Em cada letra ocorre a retirada padronizada de determinados órgãos. Um grupo de mulheres, muitas sem luvas, trabalham retirando com as mãos, com uma destreza impressionante, a vesícula biliar das carcaças em processo de evisceração. Mais adiante, outra funcionária dedica-se a ‘pescar’ com uma barra de metal as carcaças que caem no chão, para destiná-las à graxaria, onde serão transformadas em produtos não-comestíveis. Durante a passagem das nórias podemos observar que cada uma apresenta uma marcação com uma cor, o que serve para fazer a contagem final dos frangos por produtor e repassar o lucro referente ao dia.


Você quer fazer história ??

 

sábado, 1 de setembro de 2012

Por trás da fome do mundo

 

Planeta Terra: Mais de 7 bilhões de pessoas. 925 milhões com fome crônica.

Falta de Alimentos? Não. Falta de consciência. Você sabia que se numa área de terra qualquer, cultivarmos forrageiras para alimentar o gado, este afinal irá alimentar mil pessoas: mas, se nessa mesma área palntarmos grãos, serão alimentadas por eles quatorze mil pessoas?

Essa é a proporção real: 14 por 1. Multiplique isso por milhares. Por milhões. E saberá para onde vai a comida das crianças famintas do planeta Terra. O que levou um diretor do Conselho de Proteína da ONU a declarar, com todas as letras: "os grãos das classes pobres estão sendo desviados para alimentar o gado dos ricos." Mais precisamente, um terço dos grãos do mundo vira comida animal. E mais: os animais de corte são verdadeiros "sumidouros de proteínas". De toda a proteína que um noi consome - 100% - sabe quanto ele vai devolver? Dez por cento. Isso faz faz da carne o alimento mais antieconômico e elitista do planeta, Enquanto milhões de pessoas morrem de fome, utiliza-se imensas extensões de terra, água e grãos para criar e alimentar animais para os consumidores de carne.

Extraído  do livreto: Paz e Amor, Bicho

www.pazeamoraosbichos.org

Vegetarianismo não é assunto novo….

alguns-pensadores-falando-sobre-vegetarianismo